sábado, 31 de outubro de 2009

Soobre o amor II

Talvez não fosse amor se não fosse tão inexplicavelmente revolucionário. O amor é mais que meros encontros e meros abraços. Se não houvesse alguém ainda assim seria amor. Não adianta dizer que discrençou do amor, é mentira. Se discrençasse mesmo não estaria atrás de um parceiro, mesmo que seja para ficar uma noite só. O amor é a necessidade de se dar, seja recebendo ou não, de se doar, de se mudar, de se sorrir, de se viver. Discrençar do amor é a coisa mais sensata e a coisa mais estúpida, ao mesmo tempo. Sensata porque assim não se sofre, mas tabém estúpida porque não se vive. Que graça tem acordar todos os dias com a mesma rotina, as mesmas histórias? O amor trás algo novo, uma gargalhada nova, uma trilha sonora nova e até descrenças e dores novas, mas tudo novo. Jogue-se de um penhasco, voe acima das nuvens, nade nos campos, mas jamais deixe de amar.
Paula Cristina.

Pós-abismo

E mais uma vez se viram diante de tal abismo. Não se via nada embaixo a não ser uma clara escuridão seguida de silencio. O ar tornou-se mais condensado e a voz dele veio como o sussurro de um presságio: "Paro por aqui. Você deve seguir sozinha". Segurou seu vestido, respirou fundo e se lançou na escuridão. E então ela viu maravilhada que havia chegado mais longe do que imaginara e que, na verdade, estava por completo inteira. Olhou ao redor, pessoas de todo o tipo juntas, não havia nada que a impedisse de viver em paz e foi então que ouviu a voz se instalar dentro dela. Seu mestre estava lá, em frente a ela, sorrindo, orgulhoso de que ela tenha deixado-o para trás, afinal de contas não era ele que se procurava, mas a paz.
Paula Cristina.

sexta-feira, 30 de outubro de 2009

Dor

O quarto tinha sido arrombado tantas vezes que ela não sabia mais o que era dela e o que era dos outros. Os olhos marejados de dor, os suspiros de erros cometidos. Não tinha nada mais para ela ali. Levantou-se de um salto e se pôs a caminhar sem rumo. A noite mantinha as coisas em seu lugar. As lágrimas que insitiam em cair se encontravam penduradas, temendo mudar o curso das coisas. Mas para quê tudo aquilo? Não havia mais razão em fingir ser, quando o que se queria era jamais ter sido.
Paula Cristina.

Sobre meus textos e interpretações a parte.

Às vezes me pergunto se quem lê meus textos realmente os entende. Alguns dias atrás vieram me dizer que alguns textos eram desconectos, mudavam de assunto do nada. Parei e li, reli e reli todos eles. Não vi desconexão alguma, pelo contrário, têm uma continuação bem equilibrada. Seguem uma linha de raciocínio que sempre segui. Talvez essa linha de raciocínio seja um pouco diferente da que se está acostumado a trabalhar, eu não sei ao certo, não vejo essa falta de nexo que se diz. Talvez seja você que não esteja atento ao que eu escrevo, e sim ao que pretende ler do que eu escrevo. Tudo que sei, é que meus textos são extensões de um mundo fantasiado de meu próprio mundo. Vejo o mundo, recrio-o ao meu gosto e desgosto, e reciclo o que recriei para encaixar no mundo das palvras. Mas nada fora do comum, nada fora de eixo, nada desconecto. Apenas um modo diferente de pensar.


Paula Cristina.

quinta-feira, 29 de outubro de 2009

Pós-crise

Ela se encolheu de um salto, não percebera aqueles olhos a observando. Com seus intinstos mais secretos começou a contar tudo ao seu observador. Por um momento ficou a decidir se seria caça ou apenas uma visão embaçada da realidade. E então de súbito a ave já levantara vôo e ela ficou ali, estirada ao chão sem saber o que acontecera. Tentou se levantar, mas suas mãos escorregaram em seu próprio sangue. O bicho não veio atacá-la nem observá-la, veio parar a auto-mutilação que ela aplicava para parar a dor. Levantou-se e recompôs suas energias. Não havia sentido em se machucar, ela era necessária em algum lugar.


Paula Cristina.

segunda-feira, 26 de outubro de 2009

Inconstância

Sabia que aconteceria uma hora ou outra, mas não pensei que seria tão rápido. Estava encantada demais para desencantar tão de repente. Meu eu descrente voltou à tona de forma tão repugnante que até eu me assustei com a voracidade. Voltei a vagar sozinha, e até gosto disso. É como se me reencontrasse de novo. A única coisa disso tudo foi que o descaso pela idéia de amor romântico se tornou ainda maior. Se posso mudar tudo de uma hora para outra, como posso me compremeter em um relacionamento sério? Como posso amar para sempre? É muito constante para minha inconstância. Acho que algumas pessoas não foram destinadas ao amor, deve ser isso.


Paula Cristina.

sábado, 24 de outubro de 2009

Pequeno desafio

Não tenho pernas, minhas mãos estão atadas, meus olhos abertos, minha boca serrada. Seguir em frente é a coisa mais difícil, mas quando eu o fizer não há quem me impeça. Talvez demore anos, talvez demore dias e no mais rápido dos movimentos, horas. Não importa o quanto me prendam, não importa o quanto me penalizem, meu espírito será sempre livre, mesmo que sem saber por onde ir. Não há barreiras que me façam descer, não há dores que me façam mudar, nã há desprezo que me faça envergonhar. Não sou tudo que querem, não nasci para agradar. E quero ver quem me tira do meu lugar.


Paula Cristina.

sexta-feira, 23 de outubro de 2009

Eu, amor e sistema

O sistema vai sempre encontrar um jeito de ganhar, de mecher com a sua cabeça. Antigamente o machismo reinava, não havia compreensão dos sentimentos da mulher, tudo que valia eram sentimentos e idéias vindas de um homem. Com o tempo as coisas mudaram, apareceram feministas. O mundo se dividiu entre dois poderes: machismo e feminismo e os problemas emocionais permaneceram, só mudaram de nome e de causa. Talvez não acredito no amor por isso. O amor precisa de pessoas sadias e nunca existiu tamanha quantidade de doentes como existem agora. Somos seres incopletos, movidos por impulsos. Aguentei até agora, mas por quanto tempo mais? Não vejo faíscas de amor ao meu redor. Ninguém por aqui para me fazer permanecer em estado de repouso. E minha inconstância então me domina, pois assim, sou dona de um meio destino traçado por mim. Amanhã, talvez, eu sinta falta de você. Mas só talvez.
Paula Cristina.

Para um cargo superior não nomeado

O que você diria se eu aparecesse com toda a minha raiva estampada em meu rosto? Se descobrisse que minhas marcas de machucados foram auto inflingidos? Será que continuaria nessa luta incessante e completamente idiota ou me trancaria dentro de um quarto colocando a culpa no mundo? O mundo não fez o que eu sou. As impressões que deveria aprender, já aprendi. Não me interessa mais o que é agradável a eles, mas sim o que é agradável a mim. Pareço fácil de manuzear, mas sou praticamente impossível de convencer. Não me interessa que estejas cansada quando o seu cansasso é todo seu e já não aguento mais pensar por você, uma vez que vivi meus dias fazendo-o. Não me leve a mal, não é egocentrismo, mas um pouco de amor próprio, que faz bem em qualquer momento.
Paula Cristina.

Ser.

É tudo uma questão de ser. Odeio ser, porque ser é seguir padrões daquilo que se é. É bonito, é feio, é isso, é aquilo. Hoje eu não quero ser, como nunca quis ser. Hoje eu não sou. E só porque ser é ser alguma coisa. E eu quero ser tudo e nada, ao mesmo tempo. Sem mais nem menos.


Paula Cristina.

O que é?

E mais uma vez sentada em frente ao computador, não sei o que escrever, mesmo sabendo que o quero. Às vez a vontade chega a ser desconfortável, já que o peito está pesado de palavras não ditas. A questão é que não sei o que pesa nesse peito, pelo menos, não hoje. Vaguei por várias idéias e as únicas coisas que vieram são coisas que já não me incomodam mais. Resolvi-as de forma simples, mesmo que de modo instável. Então o que é, ainda que tanto me angustia? Talvez sejam palavras não ditas, abraços não dados, um passado que ficou e que não será de modo algum... para variar, eu não sei. Eu nunca sei.


Paula Cristina.

quinta-feira, 22 de outubro de 2009

Insônia

E é quando os monstros não atacam que fica tudo desconcertado. Eles deveriam estar assombrando, e tudo que se tem deles são imaginações do que poderia acontecer. Nessas horas a mente se torna oca, não se pensa em nada e não se consegue dormir. É o id tentando vir à tona, mas o superego o freia de forma tão brusca que não se sabe mais. E então dessa forma os pesadelos tentam se tornar reais, pois assim pelo menos, pode-se deixar as preocupações em algo mais forte. E o medo se torna por completo banal , já não tem o papel que deveria ter. Assume o papel de clamuflador do mais real sentimento. E então fica-se acordado, lutando com o superego, tentando descobrir a causa de sua insônia para finalmente poder deitar a cabeça e dormir como à muito tempo não se dormia.


Paula Cristina.

segunda-feira, 19 de outubro de 2009

Sobre o amor

Comecei pensando na existência do amor, cheguei à idéia do destino, passei para a visão do mundo e conclui que todos eles se interligam. Desse ponto nasceu-se o pessimismo. E depois de tanto pensar ainda me pedem que seja otimista em relação ao amor. Nem sei se ainda acredito no amor. Deixemos claro que falo de amor romântico. Pois não há amor mais bonito que o de uma amizade.


Paula Cristina.

domingo, 18 de outubro de 2009

Desabafo

A podridão interna de alguns me repugna. Não consigo compreender como pode existir tanta falta de respeito às escolhas alheias, mesmo que essas escolhas sejam diferentes das que eu tomaria. Não concordo com muita coisa que muitas pessoas fazem, mas isso não as torna mesnos centrada, nem menos dignas de respeito. O que é ser centrado em um mundo de idéias e estilos de vida diferentes? Ao meu entender, ser centrado é saber o que é melhor para si, respeitar as diferenças, saber lidar com diferentes situações, não julgar. Como pode se dizer que alguém é centrado ou não pelo curso escolhido? Ah, é um padrão. Não existem padrões hoje em dia. Uma pessoa pode ouvir rock e se vestir como uma micareteira, pode ouvir axé e se vestir como uma gótica. Não existe barreiras a isso. É tudo uma questão de máscaras. Então me façam um favor, sejam menos críticos e mais amáveis. Quem te garante que você é centrado? A loucura está em todos os lugares.


Paula Cristina.

quinta-feira, 15 de outubro de 2009

Alma penada

Os dias passam, a pose fica. O ar se acalma lentamente como num suspirar de fim de tarde. O cansaço toma conta até que o corpo adormece. Tudo que se queria era deitar a cabeça lentamente e sentir-se descansar por tempo suficiente a diagnosticar-se sadia. Mas o tempo passa mais rápido, os pensamentos não deixam por pouco e mesmo o sono já desmancha com sonhos pesados que não se lembra no outro dia. E mais um dia exausto passa-se sem ao menos poder se acalmar. Talvez morra de uma vez. Seria mais fácil, mas ama-se demais a vida para isso. E fica assim, a vagar pelo mundo. Alma penada de suas próprias escolhas.


Paula Cristina.

segunda-feira, 12 de outubro de 2009

Doc


Você foi meu abraço mais apertado, meu sorriso mais sincero, minha confidente. Você entrava no meu quarto sem permissão, sentava ao meu lado quando eu precisava de companhia e deitava longe de mim quando eu queria espaço. Você me entendia como ninguém. Você fazia barulho quando via que era barulho que eu precisava e quando minha vontade era gritar você rosnava até que eu gritasse e calasse de tanta exaustão e então, mais uma vez, você sentava ao meu lado e me observava até eu me acalmar e chamar seu nome. Você foi o olhar mais sincero, a companheira mais leal, o amor mais puro. Hoje me impossibilito de tudo. Hoje estou de luto.



Paula Cristina.

domingo, 11 de outubro de 2009

Pássaro preto

No meu dedo pousou um pássaro. Esse pássaro é preto. Canta silenciosamente uma canção secreta. E eu me mantenho a observá-lo. Meus movimentos são mínimos e quase que cronometrados, para que assim esse permaneça por mais tempo pousado em meus dedos. Quem sabe quanto tempo esse pássaro permanecerá... Tudo que sei é que ele rouba minha atenção sem mover um centímetro sequer.
Paula Cristina.

O que ela quer

E então em um piscar de olhos tudo ficou calmamente sombrio. Não se esperava nada daquilo, e sim sorrisos, olhares e amores. Ela se deitou sem saber o que pensar. Não sabe o tamanho da verdade nos olhos dele e teve que se contentar com palavras vazias e fora de sintonia. Sua preocupação é, na verdade, com si mesma e seus próprios sentimentos. Ela sabe que se ele a deixar, ela arranjará alguém para substituir seu lugar. O que ela se pergunta é se o vazio que ele deixou será preenchido algum dia, se tudo aquilo será diferente. E ela dorme entorpecida, esperando que ele simplesmente não a deixe. Lhe disseram que ela não ama, que ela não sabe o que é isso, que provavelmente ela jamais amará. Ela se pergunta se isso é verdade, e se for, o que ela fará com isso, pois ela quer alguém ao seu lado para dormir abraçado, para falar de trabalho, para fumar um cigarro, para beber algo, para passar os dias. Ela quer a companhia, o sorriso, o carinho, a compreensão, o cuidado, a atenção e os olhares dele. Ela quer sentir tudo que ela tem sentido mais uma vez. E ela adormece e acorda e passa o dia se perguntando as mesmas coisas. Já não quer mais pensar nisso. Atende o telefone, não é ele, são várias pessoas, mas não ele. A única ligação que a deixa em espera olhando fixo o telefone. Ele precisa de tempo, como ela também. Mas impressionantemente não é isso que ela acordou com vontade de fazer hoje. Tudo que ela quer fazer hoje é esquecer por alguns segundos o que será da casa sem os latidos de sua pequena companheira. Então ela fecha os olhos, procura fugir de tudo. Mas os pensamentos que a arrasaram ontem permanecem em sua mente. Não querem sair. E quer saber, ela não sabe se quer que eles saiam. Isso pelo menos a faz evitar de pensar outras coisas.
Paula Cristina.

sexta-feira, 9 de outubro de 2009

Depois de hoje

Hoje você me convenceu de que se importa comigo. Me senti tão querida hoje, que nem sei ao certo o que fazer com tanto carinho que eu nem ao menos esperava. Amanhã quem sabe você me abrace bem forte e não me deixe ir, só para variar um pouco essa nossa mania de inquietar o espírito um do outro. E talvez no dia seguinte eu acorde com aquele ar de rainha recém chegada ao trono. E o depois de hoje, seja mais calmo, mais tranquilo, mais amável.
Paula Cristina.

About all this

I listen rock, but it's not because of you. I love dark, but it's not because of you. I love crazyness, but it's not because of you. I'm crazy about vampires, but it's not because of you. You just got in the way, when I was starting to show my other side. You say I'm scared, but you are too. The diference betwen us is that you don't accept that, because you can't be wrong, you're perfect. You are so scared of being wrong that when there is something that can change your ideas, you just pretend you don't see it, you ignore it with all your strenght. So what that i fucked you up one time? You did it too. I think you are more scared than me about that, you are so scared of having your pride hurt. But you should know that I don't make the same mistake twice. The thing is, I don't think you are going to open this page anymore. You don't care do you? Why am I still here then? Maybe I'm less scared than I seem. Maybe I'm a crazy mazoquist. I'm not sure. Everything still a blurr.
Paula Cristina.

quinta-feira, 8 de outubro de 2009

Sem título

Engraçado. Meus passos mudaram mais uma vez, meus interesses se tornaram parecidos, mas meu desejo só se mantém quando incentivado. Será que esse meu desejo continuará intacto? Ou mudarei de novo de rumo? Sabe-se lá.... Daqui a algum tempo saberei, ou não.
Paula Cristina.

E se...?

E se tudo que eu já disse foi mentira? E se tudo que você negou era verdade? E se nada é o que parece, o que vamos fazer com a verdade? E se todas paredes forem portas secretas? E se todos os sorrisos forem maquiavélicos? E se hoje eu acordar e mudar de rumo. Como serão as coisas? E se tudo que nós somos for manipulação? E se eu resolver que nada disso é real. E se eu for esquisofrênica?
Paula Cristina.

quarta-feira, 7 de outubro de 2009

O momento

O cheiro da chuva entra por seu corpo. Ela sabia que uma hora ou outra as gotas chegariam como um dilúvio. Lê mais uma vez a mensagem recebida. Quanto mais lê, menos faz parte dela e mais de sua história. Ela respira compassadamente até a vela se apagar por completo. Ela está pronta para enfrentar sua versão masculina. Abre a porta e vai de encontro a ele. Talvez fosse mais fácil se o espírito vingativo dele não fosse tão aguçado. Ele a encara por um breve instante, longo o bastante para deixá-la tonta de tanta excitação. Ele não sabe, mas ela espera por esse momento a vida inteira. E lá estavam eles, se mostrando cúmplices de seus erros mais comprometedores. Neste momento não houve palavras, eles eram espelhos refletidos um do outro. Ele, sempre deixando indagação. Ela, se forçando a não indagar. Mas dessa vez não teve escapatória. Foi então que ela soube: sua alma estava entregue a um vampiro.
Paula Cristina.

Com você

O dia foi péssimo, acendo um cigarro, bebo uma cerveja, mas nada adianta. Então me lembro que quando eu chegar em casa você provavelmente estará na internet e nós conversaremos e tudo que me irrita vai passar. Porque com você é tudo diferente, as luzes mudam de cor, o ar muda de peso, tudo fica mais leve, suave, sutil. Você é aquele porto seguro que vai sempre me aquecer quando eu estiver completamente nua em um frio de -207C. Sei que também tem seus problemas e quero estar lá para te abraçar quando tudo estiver dando errado. E, quem sabe um dia, você chegue a me pedir algum conselho quando se sentir necessitado. Tudo que sei, é que depois de você, não tem mais graça minha vida bandida, não tem, porque eu sei o que eu quero. Com você é tudo diferente.
Paula Cristina.

domingo, 4 de outubro de 2009

Aquele do relógio

Sei que tenho um dom incomum para situações completamente fora de ordem, coerência e indesejadas. Até gosto da adrenalina que essas horas permitem, mas da última vez foi só desgaste, vergonha e dor. Já não tem como negar o quanto gosto dele. Não assumo a ele, nem aos outros, mas a mim, inegável o que sinto. Talvez dê certo, talvez não. Não sei. É tudo muito incerto, sempre foi. Eu poderia dizer que estarei sempre ao lado dele, que estaria sempre lá para ele. Mas a verdade é que eu não sei nada além do que é agora. E tudo que sei é quero você. Só você, não importa o que aparenta.


Paula Cristina.

sexta-feira, 2 de outubro de 2009

Valores

Valores. Livre-arbítrio. Loucura. Ilusão. O que são? Não sei, não sei, não sei. Filosóficos demais. Científicos demais. Meio termo demais. Não sei, não sei, não sei. Não quero pensar, não por hoje, estou cansada e entorpecida. Não dá pra pensar assim, é muita informação vinda de sabe-se lá onde. É. Boa noite.

Paula Cristina.

quinta-feira, 1 de outubro de 2009

Escolhas

Quer algo mais certo na vida que fazer escolhas? Todo o dia você acorda e a primeira coisa que faz já é uma escolha. Até o fato de não escolher é uma escolha. Você escolhe se vai fazer as mesmas coisas, se vai seguir regras, se vai isso ou aquilo, se vai pensar ou agir, ou até mesmo os dois. Escolhas são como a morte, é certo que se vá fazer, quer queira quer não. Hoje eu fiz a escolha de escrever, estudar e relaxar. Talvez eu mude de idéia, e essa mudança em si será uma escolha, e a não mudança também. É.


Paula Cristina.